domingo, 17 de março de 2013

E já é tarde...

domingo, 13 de janeiro de 2013

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Moeda Fraca

"O MOEDAS regozija-se com a ameaça de mais cortes, mais sofrimento e mais miséria inclusa num relatório do FMI que acumula várias toneladas de barro atiradas à parede da nossa desgraça. Este Moedas, mais do que insensível e irresponsável, é o perfeito imbecil. E é a prova, a par de António Borges, que o Goldman Sachs também contrata azémolas. Mas diga-se, sem receio de errar, que tais criaturas fazem jus ao tom geral que caracteriza este governo de fanáticos, incompetentes e hipócritas. 
As alimárias que desgovernam o país já há muito que perderam qualquer legitimidade para continuar no poleiro. Exercem hoje uma ignóbil ditadura financeira de fachada democrática, tentando encobrir a execrável germanofilia com um ridículo patriotismo de lapela. Como se já não bastasse hastear a bandeira nacional de pernas para o ar.
Atirem o Moedas pela borda fora! - é o que dá vontade de gritar. Mas atirem também o grande magarefe (Vitor Gaspar) e o seu megafone (Passos Coelho). Atrás deles terão de ir todos os outros, a começar pelo «professor doutor engenheiro» Miguel Relvas, vergonha do nosso ensino privado. Mas cuidado quando chegarem à ministra Cristas, para não atirarem fora o bebé dela com a água do banho. 
Sinceramente, já não há pachorra para as análises politicamente correctas a explicar com pezinhos de lã que estas alimárias puseram o país a saque!"
 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

O país onde há cada vez mais de tudo

«Há cada vez mais velhos abandonados nos hospitais. Há cada vez mais crianças abandonadas nos hospitais. Há cada vez mais animais abandonados. Há cada vez mais meninos que vão para a escola sem terem tomado o pequeno-almoço. Há cada vez mais pessoas a ter de entregar a casa ao banco por não conseguirem pagar a prestação. Há cada vez mais gente desempregada. Há cada vez mais gente a alimentar-se de papas. Há cada vez mais gente a levar um tupperware com comida para o emprego. Há cada vez mais restaurantes a fechar as portas. Há cada vez mais pessoas a fumar tabaco de enrolar. Há cada vez mais pessoas a pedir esmola nas ruas. Há cada vez mais pessoas a recorrer às Misericórdias e ao Banco Alimentar contra a Fome. Há cada vez mais pessoas a não tratar dos dentes. Há cada vez mais pessoas a não ir ao médico. Há cada vez mais casos de tuberculose. Há cada vez mais casos de tosse convulsa. Há cada vez mais casos de dengue na Madeira. Há cada vez mais pessoas a deixar de comprar jornais e revistas. Há cada vez mais pessoas a andar de transportes públicos. Há cada vez mais pessoas a emigrar.»
Nicolau Santos, «O país onde há cada vez mais de tudo» (Jornal Expresso)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Paul Krugman. Era possível acabar com esta crise já. Se “eles” quisessem

"Nestes últimos três anos caiu-nos uma depressão em cima da cabeça, e o que fizemos? Procurámos culpados. O “viver acima das nossas possibilidades” e “os malefícios do endividamento” são duas cantigas populares dos últimos anos. E, no entanto, antes de a crise ter rebentado na América e de se ter propagado à Europa, o nível de endividamento de alguns dos países do sul da Europa, como Portugal e Espanha, tinha vindo a reduzir-se. Os gráficos estão lá e mostram que sim (como mostram que o gigante alemão também está fortemente endividado). Mas porque é que as pessoas não querem acreditar nisto? Nem sequer apreender o facto de terem sido “praticamente todos os principais governos” que, “nos terríveis meses que se seguiram à queda do banco de investimento Lehman Brothers, concordaram em que o súbito colapso das despesas do sector privado teria de ser contrabalançado e viraram-se então para uma política orçamental e monetária expansionista num esforço para limitar os danos”? A Comissão Europeia e a Alemanha estavam “lá”. E, de repente, tudo mudou."
Artigo completo aqui.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

"Isto é um bombardeamento fiscal"

Reacção do PP aos últimos desmandos do nosso querido governo. Hilariante.

"Não me digam que o aumento de impostos é inevitável e que a despesa é incompressível", disse Portas, considerando que o corte da despesa pública "é o caminho certo para Portugal não correr riscos".

"Nenhuma das medidas toca nas questões estruturais da despesa" e "não há garantia que o Estado não fique na mesma um ano e meio depois".

Lido aqui