sábado, 28 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Entretanto, numa Grécia perto de si
"O Governo de Tsolakoglou aniquilou qualquer possibilidade de
sobrevivência para mim, que tinha como base uma pensão muito digna
que paguei, por minha conta, sem qualquer ajuda do Estado, durante 35
anos. E dado que a minha idade avançada não me permite reagir de
forma diferente (mas se um compatriota grego pegasse numa
Kalashnikov, eu apoiá-lo-ia) não vejo outra solução a não ser
acabar com a minha vida deste modo digno, para não ter que terminar
rebuscando nos contentores do lixo, para poder sobreviver. Creio que
os jovens sem futuro vão dia vai pegar em armas e pendurar de cabeça
para baixo os traidores deste país na Praça Syntagma , como os
italianos fizeram com Mussolini em 1945. "
sobrevivência para mim, que tinha como base uma pensão muito digna
que paguei, por minha conta, sem qualquer ajuda do Estado, durante 35
anos. E dado que a minha idade avançada não me permite reagir de
forma diferente (mas se um compatriota grego pegasse numa
Kalashnikov, eu apoiá-lo-ia) não vejo outra solução a não ser
acabar com a minha vida deste modo digno, para não ter que terminar
rebuscando nos contentores do lixo, para poder sobreviver. Creio que
os jovens sem futuro vão dia vai pegar em armas e pendurar de cabeça
para baixo os traidores deste país na Praça Syntagma , como os
italianos fizeram com Mussolini em 1945. "
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
O Passos não nos mandou emigrar?
Olha, este já mandou os impostos irem andando para o offshore...

Noticia e foto do Expresso
Tambem aqui

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Para sair da crise, é preciso “romper com a troika” e obrigá-la a “renegociar a dívida”
"Como se insere neste processo a auditoria à dívida pública?
A auditoria é um processo promovido sobretudo por cidadãos para romper o tabu da dívida soberana, que nunca se discute nem se analisa. Até pode ser má, mas há que pagá-la, porque uma dívida paga-se sempre, quando, na realidade, tanto ao nível de um particular, de uma empresa ou de um Estado, uma dívida ilegítima, ilegal ou imoral é uma dívida nula. E há toda uma vasta história de anulação e suspensão dessa dívida.
O que é uma dívida ilegítima?
A ilegitimidade é um conceito cuja definição não se encontra no dicionário. É a forma como os cidadãos interpretam, de forma rigorosa, o respeito aos princípios da nação, da construção do país e do direito interno e internacional. Uma dívida ilegítima é, por exemplo, uma dívida contraída porque o Estado favoreceu uma pequena minoria, reduzindo impostos sobre as grandes empresas multinacionais ou as famílias mais ricas, que assim diminuíram a sua contribuição para as receitas fiscais, obrigando o Estado a endividar-se. Esta contra-reforma fiscal aconteceu em toda a Europa e também nos EUA, com o anterior presidente, George W. Bush. Os resgates aos bancos são outro exemplo. O custo de ajudar os banqueiros, que foram totalmente aventureiros, desviando os depósitos dos seus clientes para investir no subprime, implicou um aumento da dívida soberana, que é totalmente ilegítimo. Não podiam ter sido resgatados dessa forma, os grandes accionistas não deviam ter sido indemnizados. "
Uma das entrevistas mais lúcidas sobre este assunto, lida aqui.
A auditoria é um processo promovido sobretudo por cidadãos para romper o tabu da dívida soberana, que nunca se discute nem se analisa. Até pode ser má, mas há que pagá-la, porque uma dívida paga-se sempre, quando, na realidade, tanto ao nível de um particular, de uma empresa ou de um Estado, uma dívida ilegítima, ilegal ou imoral é uma dívida nula. E há toda uma vasta história de anulação e suspensão dessa dívida.
O que é uma dívida ilegítima?
A ilegitimidade é um conceito cuja definição não se encontra no dicionário. É a forma como os cidadãos interpretam, de forma rigorosa, o respeito aos princípios da nação, da construção do país e do direito interno e internacional. Uma dívida ilegítima é, por exemplo, uma dívida contraída porque o Estado favoreceu uma pequena minoria, reduzindo impostos sobre as grandes empresas multinacionais ou as famílias mais ricas, que assim diminuíram a sua contribuição para as receitas fiscais, obrigando o Estado a endividar-se. Esta contra-reforma fiscal aconteceu em toda a Europa e também nos EUA, com o anterior presidente, George W. Bush. Os resgates aos bancos são outro exemplo. O custo de ajudar os banqueiros, que foram totalmente aventureiros, desviando os depósitos dos seus clientes para investir no subprime, implicou um aumento da dívida soberana, que é totalmente ilegítimo. Não podiam ter sido resgatados dessa forma, os grandes accionistas não deviam ter sido indemnizados. "
Uma das entrevistas mais lúcidas sobre este assunto, lida aqui.
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Não Há Alternativa - 30 Anos de Propaganda Económica

"Os «Luky Luke da economia», são os economistas, os ex-ministros das Finanças frustrados e os jornalistas económicos que aparecem constantemente nas televisões a pensar «mais depressa do que a própria sombra», a reciclar ideias e homens a uma velocidade surpreendente, e que são capazes de defender tudo e o seu contrário, para intimidar os cidadãos e defender o «partido do dinheiro»."
Lido aqui (vale a pena ir lá ler o resto).
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
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