sábado, 15 de outubro de 2011

La piazza e mia !!!!!

...ou na versão de Massamá, "as medidas são minhas".

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

For convenience sake, digámos que eles não querem é trabalhar!


" On the whole, I think of myself as one of those people who take a convenience-sake view of prevailing world conditions, events, existence in general. Not that I’m such a blase, convenience-sake sort of guy—although I do have tendencies in that direction—but because more often than not I’ve observed that convenient approximations bring you closest to comprehending the true nature of things.

For instance, supposing that the planet earth were not a sphere but a gigantic coffee table, how much difference in everyday life would that make? Granted, this is a pretty farfetched example; you can’t rearrange facts of life so freely. Still, picturing the planet earth, for convenience sake, as a gigantic coffee table does in fact help clear away the clutter—those practically pointless contingencies such as gravity and the international dateline and the equator, those nagging details that arise from the spherical view. I mean, for a guy leading a perfectly ordinary existence, how many times in the course of a lifetime would the equator be a significant factor? "

Hard-Boiled Wonderland and the End of the World by Haruki Murakami

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Welcome to the Club: Part II

"Mas a saída de Portugal do euro não teria consequências dramáticas?
Se a saída for gradual e negociada, não é nada dramático. Reintroduz-se o escudo, as importações baixam, as exportações sobem, o desemprego cai, o turismo sobe, os imóveis transaccionam-se, o desemprego e o deficit baixam. Desaparece o colete de forças do euro. Podemos respirar de novo e recuperar a soberania de Portugal (pelo menos em parte), que nos foi roubada de forma gradual.

Se a solução é tão fácil, por que é que esse cenário assusta tanto os líderes políticos portugueses?
Os políticos e banqueiros, com grande poder, não se assustam. Eles querem é assustar os cidadãos, para que estes não lhes tirem o poder. Aliás, nunca se assiste a um político ou banqueiro a apresentar razões concretas para tal e fazem da discussão objectiva tabu. Os políticos e banqueiros são marionetas do poder, que está agregado nas mãos dos bancos, incluindo os centrais, no FMI, no Banco Mundial, nas bolsas e em algumas famílias de alta finança."

Lido no Público

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Detective Costa no seu melhor


"Você investiga as infidelidades alheias mas, curiosamente, no caso da sua mulher não deu conta de nada.

Nem nunca daria, porque o homem que andava com ela era meu amigo, era médico, andávamos juntos no Lions e almoçávamos sempre às quartas-feiras. E ele não só andou com a minha mulher como ainda andou, também, com a minha amante. E naquela altura... a minha amante era mais importante para mim que a minha mulher."

Entrevista do dito no I, e lido aqui.