terça-feira, 16 de agosto de 2011

Welcome to the Club: Part II

"Mas a saída de Portugal do euro não teria consequências dramáticas?
Se a saída for gradual e negociada, não é nada dramático. Reintroduz-se o escudo, as importações baixam, as exportações sobem, o desemprego cai, o turismo sobe, os imóveis transaccionam-se, o desemprego e o deficit baixam. Desaparece o colete de forças do euro. Podemos respirar de novo e recuperar a soberania de Portugal (pelo menos em parte), que nos foi roubada de forma gradual.

Se a solução é tão fácil, por que é que esse cenário assusta tanto os líderes políticos portugueses?
Os políticos e banqueiros, com grande poder, não se assustam. Eles querem é assustar os cidadãos, para que estes não lhes tirem o poder. Aliás, nunca se assiste a um político ou banqueiro a apresentar razões concretas para tal e fazem da discussão objectiva tabu. Os políticos e banqueiros são marionetas do poder, que está agregado nas mãos dos bancos, incluindo os centrais, no FMI, no Banco Mundial, nas bolsas e em algumas famílias de alta finança."

Lido no Público

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Detective Costa no seu melhor


"Você investiga as infidelidades alheias mas, curiosamente, no caso da sua mulher não deu conta de nada.

Nem nunca daria, porque o homem que andava com ela era meu amigo, era médico, andávamos juntos no Lions e almoçávamos sempre às quartas-feiras. E ele não só andou com a minha mulher como ainda andou, também, com a minha amante. E naquela altura... a minha amante era mais importante para mim que a minha mulher."

Entrevista do dito no I, e lido aqui.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

A saltar levemente, de nenúfar em nenúfar (III)...

Rui Machete, aquele ex-presidente da Assembleia Geral da SLN/BPN, é o novo presidente da Assembleia Geral da Caixa Geral de Depósitos.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Desvio colossal

Afinal, em vez de crocodilo, era um peixe-gato!
( e como é, este peixe-gato, não se come a sí proprio? )


no Publico

quarta-feira, 13 de julho de 2011

sábado, 9 de julho de 2011

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Faço minhas as suas palavras

"Os que, como de costume, se apressaram a exibir as suas certezas sem precisarem de mais do que a palavra de uma pessoa são pessoas perigosas. São elas as responsáveis pela multiplicação de julgamentos mediáticos que põem o futuro de pessoas, de países e de organizações nas mãos de gente sem escrúpulos. São elas que pressionam os tribunais para mandarem prender inocentes. São elas que não hesitam em acusar de "cumplicidade" todos os que pedem o mais elementar dos direitos: o de um julgamento sério com todas as garantias.


Caso a culpa de Strauss-Kahn se confirme, terá valido a pena esperar pelas provas necessárias. Caso a sua inocência se confirme, não regressará, com toda a certeza, para a direção do FMI e, se as coisas demorarem demasiado tempo, terá perdido as eleições presidenciais francesas. Em Portugal, já vivemos um episódio semelhante a este. Ao ler e ouvir os justiceiros do costume, perguntei-me se aprendemos alguma coisa com o passado. E imaginei o que aconteceria a Strauss-Kahn se a coisa fosse em Portugal e ele tivesse de esperar anos para ouvir uma sentença."