"Mas a saída de Portugal do euro não teria consequências dramáticas?
Se a saída for gradual e negociada, não é nada dramático. Reintroduz-se o escudo, as importações baixam, as exportações sobem, o desemprego cai, o turismo sobe, os imóveis transaccionam-se, o desemprego e o deficit baixam. Desaparece o colete de forças do euro. Podemos respirar de novo e recuperar a soberania de Portugal (pelo menos em parte), que nos foi roubada de forma gradual.
Se a solução é tão fácil, por que é que esse cenário assusta tanto os líderes políticos portugueses?
Os políticos e banqueiros, com grande poder, não se assustam. Eles querem é assustar os cidadãos, para que estes não lhes tirem o poder. Aliás, nunca se assiste a um político ou banqueiro a apresentar razões concretas para tal e fazem da discussão objectiva tabu. Os políticos e banqueiros são marionetas do poder, que está agregado nas mãos dos bancos, incluindo os centrais, no FMI, no Banco Mundial, nas bolsas e em algumas famílias de alta finança."
Lido no Público
terça-feira, 16 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Welcome to the Club
Curioso observar tantas adesões ao clube dos "Teóricos da Conspiração". Se não, vejamos apenas aquelas duas ou três de que me lembro assim de repente:
Krugman chama “palhaços” aos analistas da S&P
"Bruxelas e Berlim não se entendem. Há falta de vontade política para salvar o euro?
Da parte da Alemanha, dá impressão que sim. Custa-me um bocado compreender, porque se houver um desastre no euro, os alemães também sofrem. E não será pouco.
Cavaco diz que “agências norte-americanas são ameaça à estabilidade europeia”
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Detective Costa no seu melhor

"Você investiga as infidelidades alheias mas, curiosamente, no caso da sua mulher não deu conta de nada.
Nem nunca daria, porque o homem que andava com ela era meu amigo, era médico, andávamos juntos no Lions e almoçávamos sempre às quartas-feiras. E ele não só andou com a minha mulher como ainda andou, também, com a minha amante. E naquela altura... a minha amante era mais importante para mim que a minha mulher."
Entrevista do dito no I, e lido aqui.
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Menina Limão
sexta-feira, 29 de julho de 2011
A saltar levemente, de nenúfar em nenúfar (III)...
Rui Machete, aquele ex-presidente da Assembleia Geral da SLN/BPN, é o novo presidente da Assembleia Geral da Caixa Geral de Depósitos.
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Sergio Godinho
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Desvio colossal
Afinal, em vez de crocodilo, era um peixe-gato!
( e como é, este peixe-gato, não se come a sí proprio? )

no Publico
( e como é, este peixe-gato, não se come a sí proprio? )

no Publico
quarta-feira, 13 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Faço minhas as suas palavras
"Os que, como de costume, se apressaram a exibir as suas certezas sem precisarem de mais do que a palavra de uma pessoa são pessoas perigosas. São elas as responsáveis pela multiplicação de julgamentos mediáticos que põem o futuro de pessoas, de países e de organizações nas mãos de gente sem escrúpulos. São elas que pressionam os tribunais para mandarem prender inocentes. São elas que não hesitam em acusar de "cumplicidade" todos os que pedem o mais elementar dos direitos: o de um julgamento sério com todas as garantias.
Caso a culpa de Strauss-Kahn se confirme, terá valido a pena esperar pelas provas necessárias. Caso a sua inocência se confirme, não regressará, com toda a certeza, para a direção do FMI e, se as coisas demorarem demasiado tempo, terá perdido as eleições presidenciais francesas. Em Portugal, já vivemos um episódio semelhante a este. Ao ler e ouvir os justiceiros do costume, perguntei-me se aprendemos alguma coisa com o passado. E imaginei o que aconteceria a Strauss-Kahn se a coisa fosse em Portugal e ele tivesse de esperar anos para ouvir uma sentença."
Caso a culpa de Strauss-Kahn se confirme, terá valido a pena esperar pelas provas necessárias. Caso a sua inocência se confirme, não regressará, com toda a certeza, para a direção do FMI e, se as coisas demorarem demasiado tempo, terá perdido as eleições presidenciais francesas. Em Portugal, já vivemos um episódio semelhante a este. Ao ler e ouvir os justiceiros do costume, perguntei-me se aprendemos alguma coisa com o passado. E imaginei o que aconteceria a Strauss-Kahn se a coisa fosse em Portugal e ele tivesse de esperar anos para ouvir uma sentença."
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