sábado, 3 de abril de 2010

Quim Roscas e Zeca Estacionancio

Ler este post escrito com muita piada por um colega e amigo, fez com que me recordasse de alguns daqueles “tótós” a que alude. Sim, porque o “totó” (seja lá isso o que for) está presente na vida de todos, se não na 1ª pessoa, pelo menos muito perto. E vejamos o que se poderá entender por “totó”.
Todos nós tivemos aquele amigo de infância a quem mandávamos à caça de gambuzinos, não tivemos? Seria esse o verdadeiro “totó”? E aqueles que estão sempre dispostos a “engolir” todo o tipo de patranhas com o ar mais natural do mundo? Se lhes disserem que existem árvores que dão azeitonas brancas e outras que dão azeitonas pretas, não duvidam e até são capazes de afirmar que têm uma de cada no quintal lá de casa. Sim, porque estes, têm sempre uma experiência pessoal (que, por conseguinte, não pode ser rebatida) que corrobora o que foi dito. Sempre com aquela “cara-de-pau” típica. Não sei, agora a coisa começa a complicar-se. Afinal, onde acaba a “tótózisse” e começa a ignorância? Ou a “esperteza”, ou a “jactância” pura e simples? Ou mesmo o “pretensiosismo” mais bacôco? Ou a cobardia?
Qual é o sentimento típico que nos desperta o “tótó”? Pena? Irritação por não se vislumbrar nele capacidade para interagir com a estupidez, força para impôr uma ideia sua?
Por mim não sei, talvez apenas um encolher de ombros, não de desprezo, mas de reconhecimento no outro do verdadeiro ”tótó” que existe em nós, sempre alerta, sempre pronto a atacar, que nos leva até a escrever coisas como este texto mal-amanhado, despretensioso, humilde,sereno, quiçá banal , mas acima de tudo, como se vê pela sucessão de adjectivos, verdadeiramente “TÓTÓ”.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

Hermann Hesse, Siddhartha, o rio da vida



The Ferryman
Pete Townshend

The river is always flowing
Relentless towards the costal tides
It travels down to the great ocean
While most of us simply watch from the water side

The water becomes Siddhartha's teacher
Sometimes powerful and stern
Sometimes gentle , forgiving
It never changes in direction
As it carries even mountains down to the sea

I'll take you over
I don't want your money
Just hang on tight
Till we reach the other wall
Things in Vegas
They all cling to my ankle
The horn blows wide, and the currents roar

God fill this gutter
That breaks my shoulder
Smash me to pieces
And wash me to mud
Dry me to dust
And set me to smolder
Please let me dissolve in the autumn flood

The rivers always flowing
But I'm free now
From It's grace
I'll be swept down to the ocean
And now you
You will take my place

Toma e vai-te curar...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Este é cá dos meus!

domingo, 27 de dezembro de 2009

Está demais


Ralo-in???


Ralô-in???


Ralô-in???

Put keep are you..

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Mesmo a tempo, mãe!